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SindEnfermeiro participa de audiências públicas sobre saúde na CLDF

  • 14 de fev. de 2020
  • 2 min de leitura

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A saúde do Distrito Federal foi tema de duas audiências públicas na Câmara Legislativa do Distrito Federal nesta quinta-feira (13). O Sindicato dos Enfermeiros do Distrito Federal (SindEnfermeiro-DF) participou dos dois eventos. Dayse Amarílio, presidente do sindicato, Jorge Henrique, secretário-geral e o diretor Tarcísio Faria, participaram da audiência que tratou dos impactos da Portaria 33/2020.

A norma regulamenta e amplia a prescrição de medicamentos e solicitação de exames pelos enfermeiros da Secretaria de Saúde em todos os níveis da atenção – secundária e terciária.  O evento foi de iniciativa do deputado distrital Jorge Vianna.

A segunda audiência debateu o novo modelo de financiamento da Atenção Primário e contou com a presença do diretor do SindEnfermeiro, Márcio da Mata. Solicitado pela deputada Arlete Sampaio, o debate girou em torno de como esse novo modelo pode afetar, negativa ou positivamente, o funcionamento das unidades básicas de saúde e a política de saúde da família.

Portaria 33/2020: ampliando o acesso para a população

A audiência sobre a Portaria 33/2020 contou com a presença de representantes do Conselho Federal de Enfermagem, Conselho Regional de Enfermagem, do Sindicato dos Médicos, do Conselho Regional de Medicina, estudantes de enfermagem, profissionais da saúde e representantes da população que depende do Sistema Único de Saúde (SUS).

A presidente do SindEnfermeiro, Dayse Amarílio destacou a razão dos enfermeiros apoiarem a portaria. “Estamos aqui pedindo para que vocês nos deixem fazer o nosso dever enquanto enfermeiros. Na verdade, gostaríamos de estar discutindo enquanto categoria as condições de trabalho, dimensionamento, segurança no nosso dia a dia, enquanto isso estamos aqui discutindo um dever dos enfermeiros. Faltam enfermeiros e médicos, mas sobram pacientes”, destacou Dayse.

Tarcísio Faria chamou a atenção para o fato de representantes de outras categorias informarem de forma errônea o verdadeiro sentido da Portaria 33/2020 e apontou o papel dos enfermeiros dentro dos atendimentos prestados à população. “Nós enfermeiros não somos subordinados, nem somos mão de obra da equipe médica. O enfermeiro não é mais, nem menos qualificado que o médico. Nós temos formações distintas, no entanto, atuamos de forma conjunta. Trabalhamos em simbiose. O que nós desejamos, é poder atender a população”, disse.

Modelo de “(des) financiamento” da Atenção Primária

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